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	<description>Advocacia</description>
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		<title>NOTA DO TJRS SOBRE PAGAMENTO DE PRECATÓRIOS</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2019 15:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Farinha Bohn]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com relação ao sequestro determinado, cumpre referir que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, na esfera administrativa, agiu em cumprimento à determinação do Conselho Nacional de Justiça - CNJ pelo não pagamento por parte do Poder Executivo da parcela suficiente para quitar o débito de precatórios até 2024, conforme prevê a Constituição Federal. O pedido de reconsideração&#160;<a href="http://farinhabohn.adv.br/site/noticia/nota-do-tjrs-sobre-pagamento-de-precatorios/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><span style="font-family: Arial; font-size: medium;"><img src="http://www.tjrs.jus.br/site_php/noticias/imagem.php?random=0.9541768435551858&amp;codigo=157109" alt="NOTA DO TJRS SOBRE PAGAMENTO DE PRECATÓRIOS" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Com relação ao sequestro determinado, cumpre referir que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, na esfera administrativa, agiu em cumprimento à determinação do Conselho Nacional de Justiça - CNJ pelo não pagamento por parte do Poder Executivo da parcela suficiente para quitar o débito de precatórios até 2024, conforme prevê a Constituição Federal.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O pedido de reconsideração do Poder Executivo não apresentou nenhum argumento jurídico ou fático novo a merecer acolhimento.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A consequência da não aceitação do plano de pagamento de precatórios leva obrigatoriamente ao sequestro de dinheiro.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A mesma medida já foi adotada anteriormente contra o Poder Executivo, bem como contra municípios.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O Sr. Governador do Estado tinha ciência da possibilidade de sequestro.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Em face do deferimento de liminar pelo STF na esfera judicial, a mesma será igualmente cumprida tal qual foi a determinação do CNJ.                                                                                       </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Porto Alegre, 11 de fevereiro de 2019</span></p>
<p align="center"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Desembargador Carlos Eduardo Zietlow Duro<br />
</strong></span><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul </strong></span></p>
<p align="center">
<p>Fonte: <a href="http://www.tjrs.jus.br/site/imprensa/noticias/?idNoticia=456575&amp;rand=123">www.tjrs.jus.br</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/farinhabohnadvocacia/">Acompanhe através de nossa Fanpage</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Indústria de cigarros condenada a indenizar viúva</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 17:29:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Farinha Bohn]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Desembargadores da 9ª Câmara Cível do TJRS condenaram a indústria Souza Cruz S/A por causa da morte de um homem em decorrência de uma doença pulmonar decorrente do tabagismo. Caso A autora da ação pediu indenização por danos morais contra a indústria alegando que o marido dela, morto em 2010, foi consumidor dos cigarros produzidos e fornecidos pela ré&#160;<a href="http://farinhabohn.adv.br/site/noticia/industria-de-cigarros-condenada-a-indenizar-viuva/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Os Desembargadores da 9ª Câmara Cível do TJRS condenaram a indústria Souza Cruz S/A por causa da morte de um homem em decorrência de uma doença pulmonar decorrente do tabagismo.</span></p>
<p><b><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Caso</span></b></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A autora da ação pediu indenização por danos morais contra a indústria alegando que o marido dela, morto em 2010, foi consumidor dos cigarros produzidos e fornecidos pela ré por mais de 30 anos. No ano de 2005, ela disse que o marido ajuizou ação cautelar de produção antecipada de provas em razão do estado debilitado de saúde em que se encontrava, reconhecido por perícia com médico pneumologista o nexo entre a doença e o uso do cigarro.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Ela afirmou que os danos causados pelo cigarro foram progredindo silenciosamente com o passar do tempo, e quando detectada a causa dos problemas de saúde já não havia possibilidade de reversão do quadro. Ela argumentou que o marido, assim como grande parte da população, possuía pouca instrução, não compreendendo os riscos que o tabagismo pode causar à saúde, sendo que as restrições e obrigações impostas pela Lei 9.294/1996 chegaram tarde demais. A autora citou que o marido não respirava mais voluntariamente, só com ajuda de oxigênio e se deslocava apenas com ajuda de outras pessoas. Sustentou que o constrangimento sofrido, tanto pelo seu marido quanto por ela e sua família são evidentes, e que a ré é responsável pela prática de ato ilícito, "seja consubstanciado na composição nociva da fórmula do produto, seja pelo defeito de informações quanto à nocividade e dependência". Pediu indenização em valor não inferior a 3.200 salários mínimos.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A Souza Cruz S/A contestou alegando prescrição. Em sua defesa discorreu sobre a inexistência de defeito no produto, a periculosidade inerente do cigarro, a ausência de defeito de informação, diante do amplo e antigo conhecimento público de que fumar está associado a riscos, e ainda, da observância estrita do dever de informar, a partir da existência da obrigação legal. A empresa também citou os princípios da legalidade, irretroatividade e segurança jurídica, além da inexistência de violação ao princípio da boa-fé objetiva e da inexistência de publicidade enganosa ou abusiva. Entre as citações da defesa, ainda estão o livre arbítrio do fumante, a configuração da culpa exclusiva do consumidor, excludente de responsabilidade civil e a ausência de nexo causal entre o alegado consumo de cigarros da marca Souza Cruz e a doença da vítima.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O pedido foi julgado improcedente em primeira instância. A autora apelou ao Tribunal de Justiça argumentando que a documentação prova a relação entre a insuficiência ventilatória, doença pulmonar obstrutiva crônica, que levou o marido à morte e o uso continuado de cigarro. Ela afirmou que quando ele começou a fumar, os malefícios e a dependência provocados pelo consumo de cigarros eram desconhecidos. Ele teria adquirido o hábito de fumar influenciado por propaganda enganosa veiculada pela empresa e pelas demais fabricantes de cigarros, que promoveram maciça propaganda incentivando o consumo do produto e o associando à ideia de sucesso pessoal e à vida saudável dos praticantes de esportes.</span></p>
<p><b><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Voto</span></b></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O relator do Acórdão, Desembargador Eugênio Facchini Neto, disse tratar-se de tema complexo, cuja matéria não se encontra pacificada nos tribunais brasileiros, embora nos últimos anos tenha nitidamente prevalecido a tese da irresponsabilidade da indústria do fumo pelos danos causados por seu produto.</span></p>
<p><i><span style="font-family: Arial; font-size: small;">"Todavia, não havendo entendimento sumulado a respeito, nem tampouco julgamento pelo rito dos recursos repetitivos, resta preservada a independência da convicção do julgador para apreciar o feito."</span></i></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A partir desta introdução, o Desembargador iniciou seu voto por confirmar a pretensão da autora. Já no início da decisão ele citou a certidão de óbito da vítima, que aponta a causa da morte: "<i>Insuficiência ventilatória. Doença pulmonar obstrutiva crônica. Tabagismo."</i></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Os atestados médicos particulares também comprovaram que o marido da autora tratava a doença pulmonar desde 1998 e que ele fumava 20 cigarros por dia, dos 20 aos 54 anos. E que desde 2002 se tratava com oxigenioterapia domiciliar.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O magistrado ainda lembrou que na ação movida pelo próprio marido da autora, cinco anos antes de morrer, a perícia médica judicial já apontava que ele era portador de doença bronco-pulmonar obstrutiva crônica grave, doença decorrente do tabagismo em 70% a 80% dos casos, conforme literatura médica.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Em sua decisão, o Desembargador fez uma longa reflexão sobre os elementos que envolvem esta questão, da responsabilidade civil da indústria do fumo. Ele também fez uma relação entre os argumentos de que as indústrias do fumo pagam muitos tributos, desempenhando importante papel na economia, com os custos causados à previdência social, em razão de tratamentos de doenças relacionadas ao fumo. Valores, segundo dados apresentados, que superariam o valor desse ingresso com impostos.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O magistrado discorreu sobre as descobertas científicas relativas aos efeitos do tabagismo e que, a partir da divulgação das comprovações, <i>as pessoas começaram a se conscientizar de que as doenças que desenvolveram estavam relacionadas ao vício do tabagismo e que lhes fora negada a informação disponível a respeito. Quando isso aconteceu, ações judiciais foram ajuizadas desde a década de cinquenta, nos Estados Unidos.</i></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Porém, o Desembargador trouxe informações de que só em 1994 as vítimas começaram a ganhar as ações judiciais contra as indústrias. Foi quando, além das comprovações científicas de que o cigarro causa danos à saúde, veio à tona que a indústria tinha conhecimento disto, mas que havia tentado, durante décadas ocultar tais fatos.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Na sequência de seu voto, ele passou a detalhar os argumentos trazidos pela defesa da indústria do fumo. Sobre o nexo de causalidade, o magistrado citou as conclusões da ciência médica, que demonstram que determinadas doenças, em especial as pulmonares, estão necessariamente vinculadas ao vício do fumo num percentual entre 80% e 90%. Ele discorreu que essa diferença percentual serviu como justificativa para que, por muitos anos, as indústrias não fossem punidas. <i>"Para se evitar que a indústria do fumo seja injustamente condenada num percentual de 10% a 20% das causas, prefere-se, assim, injustamente desacolher as justas pretensões de 80% a 90% dos autores. A fragmentação dos litígios, portanto, favorece amplamente a indústria do fumo. Contra esse absurdo lógico e de intuitiva injustiça não se pode concordar."</i></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Sobre a produção e prova inequívoca do nexo de causalidade entre o consumo de tabaco e as doenças tabaco-relacionadas, argumento usado pela defesa das indústrias, o magistrado esclareceu que "o <i>nosso sistema probatório não exige uma prova uníssona e indiscutível, mas sim uma prova que possa convencer o juiz, dentro do princípio da persuasão racional".</i></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Ele também disse que por se tratar de relação de consumo, o consumidor tem o direito básico de ver facilitada a prova do seu direito. "<i>Caberia, assim, ao réu, fornecedor do produto, o ônus da prova em contrário."</i></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O magistrado citou a existência de teorias, doutrinas e práticas jurisprudenciais em que há a troca da verdade pela verossimilhança e da certeza pela probabilidade, no intuito de se fazer justiça. E discorreu sobre elas.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Quanto ao segundo argumento usado pela defesa da indústria do fumo, o do livre-arbítrio, não se sustenta neste caso, na opinião do magistrado. Ele disse que quase a totalidade dos fumantes começa a fumar quando jovens, quando o suposto livre arbítrio da pessoa está em formação e, portanto, não pode ser levado a sério.</span></p>
<p><i><span style="font-family: Arial; font-size: small;">"Assim, considerar livre-arbítrio a opção de fumar ou não para um jovem entre 12 e 18 anos, exposto à intensa publicidade do cigarro, vale tanto quanto considerar livre o consumidor que firma um contrato eivado de cláusulas abusivas porque, afinal de contas, havia a opção de não contratar."</span></i></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Nessa lógica, o Desembargador apresentou os efeitos da publicidade sobre o processo de tomada de decisão e os vários anos em que a publicidade do tabaco era intensa e sem controle.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O magistrado concluiu que "<i>a indústria do fumo de forma deliberada e consciente usou de todos os recursos psicológicos disponíveis para 'vender' seu produto, buscando quebrar as barreiras de uma saudável liberdade de escolha, neutralizando informações de que tal produto seria maléfico e fornecendo falsas ¿muletas¿ para neutralizar os alertas cada vez mais abundantes e inequívocos provindos do meio científico".</i></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Para ele, quanto mais velha a pessoa, mais difícil largar o vício, devido aos efeitos de dependência causados pela nicotina. "<i>E aqui, novamente, falar-se em livre-arbítrio é olimpicamente desconhecer a realidade dos fatos", </i>afirmou o Desembargador Eugênio Facchini Neto.</span></p>
<p><i><span style="font-family: Arial; font-size: small;">"Não se pode olvidar, tampouco, que o exercício do livre-arbítrio supõe consciência. Consciência pressupõe informações suficientes, claras, adequadas e sem falsificações das opções existentes e de suas consequências."</span></i></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O magistrado disse que as informações repassadas pela indústria são insuficientes e inadequadas para o completo esclarecimento do consumidor, visto que novas pesquisas ainda revelam malefícios atrelados ao tabagismo, até então desconhecidos.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Ele ainda ressaltou que os fabricantes de cigarro somente passaram a advertir acerca dos danos causados à saúde nos maços de cigarro em razão de determinação legal, jamais de forma espontânea e leal com seus consumidores.</span></p>
<p><i><span style="font-family: Arial; font-size: small;">"Além disso, ao adicionarem substâncias aditivas nos cigarros, aniquilam o livre-arbítrio do indivíduo, o que neutraliza as instruções, aconselhamentos ou advertências."</span></i></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O Desembargador abordou uma das linhas defensivas comumente invocadas pela indústria fumageira, a de que o cigarro não seria produto 'defeituoso', nos termos do Código de Defesa do Consumidor, pois se trata de periculosidade inerente e, portanto, os riscos seriam considerados normais à sua natureza e previsíveis. Não haveria defeito de concepção, de fabricação, nem de informação.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Porém, o magistrado sustentou que é incidência do Código de Defesa do Consumidor ser verifica pela omissão de informação adequada e clara sobre suas características, composição e riscos; pela publicidade insidiosa e hipócrita, adotada por décadas, vinculando o cigarro a situações como sucesso profissional, beleza, prazer e requinte e pela introdução de nicotina no cigarro, substância aditiva que faz o usuário usar mais o produto, não por uma escolha consciente, mas sim em razão de necessidade química.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Ele acrescentou que, mesmo que fosse descartada a aplicação do Código de Defesa do Consumidor e se aplicasse apenas a legislação civil, ainda haveria obrigação de reparar o dano.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O Desembargador também refutou o argumento da defesa de que não se poderia aplicar o Código de Defesa do Consumidor para fatos ocorridos em décadas anteriores. Segundo ele, o CDC se aplica em relações duradouras iniciadas anteriormente, mas que persistem durante a vigência do Código.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O magistrado trouxe em seu voto também trechos de textos extraídos do site da Souza Cruz, onde a empresa reconhece os males associados ao consumo do cigarro e afirma que ¿a única forma de evitar os riscos do cigarro é não fumar¿, o que, na opinião do relator, confirma que não há níveis seguros de consumo do fumo.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Para ele, a prova documental apresentada na ação, como atestado de óbito, atestado da médica que tratava do marido da autora, bem como o laudo pericial realizado de forma antecipada, são suficientes para condenar a empresa.</span></p>
<p><b><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Indenização</span></b></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Porém, o Desembargador reconhece a culpa concorrente do marido da autora, já que para ele, "<i>fumar não era um destino inevitável. Houve uma parcela, embora pequena, de adesão a esse letal estilo de vida"</i>. Diante disso, o magistrado decidiu reduzir em 25% o valor da indenização.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O fato de não haver uma prova absolutamente categórica e indiscutível sobre a origem da doença que levou o marido da autora à morte, também foi motivo para redução do valor em 15%. Para o magistrado, essa diminuição é "<i>para que esse valor reflita o grau de probabilidade da contribuição causal do tabagismo".</i></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Baseado em estudos e publicações científicas, o magistrado afirmou que é possível atribuir um percentual de 85% de probabilidade de que a doença que acometeu a vítima tivesse origem no fato de que fumou durante 34 anos de sua vida.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Ele também considerou a impossibilidade de identificar precisamente a ou as marcas que o marido da autora fumou ao longo de sua vida. A Souza Cruz foi a maior, mas não a única fabricante de cigarros ao alcance da vítima.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Diante disso, o magistrado considerou a média de participação da empresa no mercado de cigarros comuns no Rio Grande do Sul ao longo do período em que ele fumou (de 1964 a 1998). A apuração desse percentual será efetuada na liquidação de sentença, após eventual trânsito em julgado da decisão condenatória.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Assim, ele fixou o valor da indenização em R$ 1 milhão. Porém, considerando a ausência de absoluta certeza quanto ao nexo de causalidade (redução de 15%) e a culpa concorrente do marido da autora (redução de 25%), a empresa terá que pagar 75% do valor determinado: R$ 637.500,00.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A terceira redução determinada pelo magistrado só será calculada no momento da liquidação de sentença.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Os Desembargadores Caros Eduardo Richinitti e Eduardo Kraemer acompanharam o voto do relato.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Cabe recurso da decisão</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Proc. nº 70059502898</span></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tjrs.jus.br/site/imprensa/noticias/?idNoticia=455696">www.tjrs.jus.br</a></p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Governo do RS prevê começar a pagar salários de novembro na terça-feira</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 13:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Farinha Bohn]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Quitação de valores referentes a consignações de outubro antecipou em um dia a previsão do Piratini Após quitar, na tarde desta quinta-feira (6), os valores referentes a consignações de outubro, o governo do Estado está prevendo pagar, na próxima terça-feira (11), a primeira faixa dos salários de novembro do funcionalismo. O governo espera o ingresso de recursos de ICMS de&#160;<a href="http://farinhabohn.adv.br/site/noticia/governo-do-rs-preve-comecar-a-pagar-salarios-de-novembro-na-terca-feira/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h6 class="m-supportline" style="text-align: center;">Quitação de valores referentes a consignações de outubro antecipou em um dia a previsão do Piratini</h6>
<p><a href="http://farinhabohn.adv.br/site/wp-content/uploads/2018/12/imagem.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2545" src="http://farinhabohn.adv.br/site/wp-content/uploads/2018/12/imagem-300x200.jpg" alt="imagem" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Após quitar, na tarde desta quinta-feira (6), os valores referentes a consignações de outubro, o governo do Estado está prevendo pagar, na próxima terça-feira (11), a primeira faixa dos salários de novembro do funcionalismo. O governo espera o ingresso de recursos de ICMS de substituição tributária interestadual, combustíveis, telecomunicações e energia elétrica — previsto para ocorrer entre os dias 9 e 11. Há a possibilidade de os pagamentos ocorrerem já no dia 10.<br />
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<div class="article-content">
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;"></div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Pelo segundo mês consecutivo, no fim de novembro o Piratini não pagou nenhuma faixa salarial em dia. A folha líquida do mês passado fechou em R$ 1,2 bilhão.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h5>Histórico</h5>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Dezembro é o 36º mês de pagamentos atrasados na gestão de José Ivo Sartori. Em 2015, foram dois meses com salários parcelados; em 2016, 11 meses (de fevereiro a dezembro); e, em 2017, houve atrasos em todos os meses, o que se repete desde janeiro deste ano.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p style="text-align: justify;">Em setembro passado, o governo do Estado mudou a forma de efetuar os parcelamentos. Até então, o Piratini pagava parcelas iguais para todos os servidores, conforme havia recursos. Desde setembro de 2017, diante dos recursos em caixa, o governo faz um escalonamento dos pagamentos: primeiro, deposita a integralidade dos vencimentos mais baixos e, à medida que ingressam recursos, a totalidade dos mais altos.</p>
<p>Fonte: www.gauchazh.clicrbs.com.br</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/farinhabohnadvocacia/">Acompanhe através de nossa Fanpage</a></p>
</div>
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		<title>Governo do Estado antecipa R$ 475 milhões, mas não fecha as contas</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 13:03:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Farinha Bohn]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, há mais de R$ 3,2 bilhões em obrigações à espera de recursos, incluindo contracheques dos servidores, dívidas com prefeituras e hospitais e passivo com fornecedores Para atenuar os efeitos da crise e o impacto da sobreposição das folhas de pagamento de novembro e dezembro, o governo do Estado planeja arrecadar pelo menos R$ 475 milhões extras até o fim do ano&#160;<a href="http://farinhabohn.adv.br/site/noticia/governo-do-estado-antecipa-r-475-milhoes-mas-nao-fecha-as-contas/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 class="m-supportline" style="text-align: center;">Hoje, há mais de R$ 3,2 bilhões em obrigações à espera de recursos, incluindo contracheques dos servidores, dívidas com prefeituras e hospitais e passivo com fornecedores</h4>
<p><a href="http://farinhabohn.adv.br/site/wp-content/uploads/2018/12/imagem.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2545" src="http://farinhabohn.adv.br/site/wp-content/uploads/2018/12/imagem-300x200.jpg" alt="imagem" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para atenuar os <strong>efeitos da crise</strong> e o impacto da sobreposição das folhas de pagamento de novembro e dezembro, o governo do Estado planeja arrecadar pelo menos R$ 475 milhões extras até o fim do ano — parte do dinheiro <strong>será antecipada da primeira quinzena de janeiro </strong>de 2019, quando <strong>Eduardo Leite (PSDB)</strong> já estará no comando do Palácio Piratini. O objetivo é reduzir o rombo nas contas, mas o valor será insuficiente para cobrir todas as despesas pendentes e aquelas que ainda estão por vir.</p>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>— Será um quebra-galho para quitar os salários de novembro e começar a pagar os de dezembro, mas não vai resolver o problema. É como graxa em focinho de cachorro. Não dura nada. Com uma lambida, já era — diz o especialista em finanças públicas Darcy Carvalho dos Santos.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Hoje, há mais de R$ 3,2 bilhões em obrigações à espera de recursos, incluindo os contracheques dos servidores, a dívida com prefeituras e hospitais e o passivo com fornecedores. Nas próximas três semanas, a lista de compromissos receberá mais dois itens de impacto: as remunerações de dezembro (R$ 1,5 bilhão) e o 13º salário (R$ 1,5 bilhão), que será parcelado — o servidor que desejar, poderá fazer empréstimo bancário para obter o valor integral, com a garantia de que o financiamento será bancado pelo Estado.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Fora isso, ainda haverá o duodécimo dos poderes para honrar e série de outros compromissos, como precatórios, dívida externa e juros dos depósitos judiciais.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Para se ter uma ideia da gravidade da situação, a cada mês, os gastos passam de R$ 3,6 bilhões, enquanto a arrecadação líquida fica em R$ 2,5 bilhões.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>O Piratini aposta em três frentes para melhorar os resultados. Uma delas é o Refaz, programa de refinanciamento de débitos tributários, e as outras envolvem<strong> o adiantamento de impostos — ICMS e IPVA — que só entrariam em caixa em 2019.</strong></p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Na pior das hipóteses, a expectativa é de que as medidas rendam R$ 475 milhões, mas o secretário estadual da Fazenda, Luiz Antônio Bins, espera conseguir R$ 600 milhões. Tudo dependerá do nível de adesão ao Refaz, da capacidade do empresariado de antecipar o ICMS e da disposição de contribuintes de pagar o IPVA antes da virada do ano. Há, também, a esperança de que a arrecadação do mês aumente em razão das festas de fim de ano, período de maior consumo das famílias.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>A verba extraordinária, segundo Bins, será aplicada na folha dos servidores e no custeio de serviços essenciais, em especial na área da saúde, que padece.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>— Com certeza, não vai dar para pagar tudo, mas é uma ajuda importante, equivale a meia folha do Executivo. O propósito é carrear recursos para o Estado encerrar o ano cumprindo o máximo das obrigações financeiras possíveis — diz o secretário.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Embora o avanço sobre as receitas de 2019 preocupe a equipe do futuro governador, Bins argumenta que não haverá prejuízos:</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>— Os recursos serão usados para pagar despesas que, em janeiro, estariam acrescidas de juro e multa.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h6>Principais pendências</h6>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h3>Confira quais são as contas de maior impacto em atraso no momento</h3>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<ul>
<li class="unordered-list-item"><strong>R$ 1,5 bilhão: </strong>Folha de novembro (+<strong>R$ 180 milhões</strong> das consignações de outubro)<br />
<em>A folha começará a ser honrada depois que o governo quitar as consignações de outubro. A tendência é de que as primeiras faixas salariais sejam pagas entre as próximas segunda e quarta. As demais serão definidas de acordo com o fluxo de caixa.</em></li>
<li class="unordered-list-item"><strong>R$ 885 milhões:</strong> Dívida com hospitais e prefeituras<br />
<em>Para os municípios, o Estado deve </em><em><strong>R$ 675 milhões</strong></em><em> e, para as instituições hospitalares, são mais </em><em><strong>R$ 210 milhões</strong></em><em>.</em></li>
<li class="unordered-list-item"><strong>R$ 70 milhões</strong>: Passivo com fornecedores<br />
<em>A conta soma cerca de 40 dias de atraso e inclui valores do Departamento Autônomo de Estradas  de Rodagem (Daer). </em></li>
</ul>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h6>O que vem pela frente</h6>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p><strong>Até o fim do ano, outras obrigações entram na lista de pagamentos. Confira as de maior impacto:</strong></p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<ul>
<li class="unordered-list-item"><strong>R$ 1,5 bilhão:</strong> Folha de dezembro (bruto)</li>
<li class="unordered-list-item"><strong>R$ 1,5 bilhão:</strong> 13º salário (bruto)</li>
<li class="unordered-list-item"><strong>R$ 380 milhões: </strong>Duodécimo dos poderes</li>
</ul>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h6>Recursos extras</h6>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Para reduzir o rombo, o governo atual decidiu adotar medidas extraordinárias até o fim do ano, no encerramento do mandato.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h6>1) Antecipação de ICMS</h6>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Por meio de decreto, o Piratini determinou que o imposto gerado pela indústria e pelo comércio na primeira quinzena de dezembro seja pago em 26 deste mês (normalmente, a tributação seria cobrada apenas no dia 12 do mês seguinte). Já o vencimento do ICMS sobre energia elétrica e telecomunicações passará do dia 27 para 26 de dezembro.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Valor líquido mínimo previsto: <strong>R$ 200 milhões</strong></p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h6>2) Novo Refaz</h6>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>No último dia 22, foi lançada mais uma edição do programa de refinanciamento de dívidas tributárias, conhecido como Refaz. A iniciativa oferece desconto nos juros e na multa para que devedores de ICMS regularizem sua situação junto ao Fisco.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Valor líquido mínimo previsto: <strong>R$ 200 milhões</strong></p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h6>3) Cobrança do IPVA</h6>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Dessa vez, quem quiser garantir desconto máximo (em torno de 25%) terá de pagar o imposto até 28 de dezembro.<strong> </strong>Em anos anteriores, a vantagem valia para quem quitasse o tributo até o primeiro dia útil de janeiro.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Valor líquido mínimo previsto: <strong>R$ 75 milhões</strong></p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h6>Como ficam os salários</h6>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p style="text-align: justify;">Desde o início do governo atual, em janeiro de 2015, são 36 meses de parcelamentos ou atrasos nos salários do Executivo. Em tese, os vencimentos deveriam ser pagos sempre no último dia útil do mês, o que não acontece em razão da crise financeira. Desde novembro, as folhas passaram a se sobrepor.</p>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h6>Custo</h6>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>A folha do Executivo custa cerca de R$ 1,5 bilhão por mês, incluindo R$ 180 milhões em consignações (empréstimos feitos pelos servidores descontados direto do salário).</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h6>Arrecadação</h6>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>A receita líquida do Estado gira em torno de R$ 2,5 bilhões por mês.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h6>Matemática da crise</h6>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Embora a arrecadação supere o custo da folha, o governo tem uma série de outras despesas a quitar e falta dinheiro para tudo. Como a folha vem sendo atrasada e sempre fica um saldo para o mês seguinte, o resultado é déficit mensal superior a R$ 1 bilhão — em outubro, faltaram R$ 1,22 bilhão para fechar as contas.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h6>Histórico dos atrasos</h6>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<ul>
<li class="unordered-list-item">Em 2015, os contracheques foram parcelados duas vezes, em julho e agosto.</li>
<li class="unordered-list-item">Em 2016, foram 11 meses (de fevereiro a dezembro) e, em 2017, mais 12 meses.</li>
<li class="unordered-list-item">Em setembro de 2017, o governo decidiu mudar a forma de pagamento. Até então, depositava parcelas iguais para todos os servidores. De lá para cá, paga primeiro os vencimentos mais baixos e, à medida que ingressam recursos em caixa, quita os demais contracheques.</li>
<li class="unordered-list-item">Em 2018, os parcelamentos se repetiram de janeiro a novembro, e deve continuar assim em dezembro.</li>
</ul>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<h3>Projeção para 2019</h3>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p style="text-align: justify;"><strong>A tendência é de que os atrasos continuem,</strong> embora o governador eleito Eduardo Leite (PSDB) tenha prometido normalizar a situação no primeiro ano de governo.</p>
<p>Fonte: www.gauchazh.clicrbs.com.br</p>
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</div>
</div>
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		<item>
		<title>Como serão pagos os salários de novembro dos servidores de Porto Alegre e do governo gaúcho</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 16:43:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Farinha Bohn]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Funcionários públicos dos poderes Executivo de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul vivem a mesma situação quando se trata de pagamento de salários. As duas esferas amargam parcelamentos há meses. Somente o Estado fechou 36 meses, incluindo o pagamento dos vencimentos de outubro em novembro, o que representa três dos quatro anos do mandato do governador atual com atrasos. Mas&#160;<a href="http://farinhabohn.adv.br/site/noticia/como-serao-pagos-os-salarios-de-novembro-dos-servidores-de-porto-alegre-e-do-governo-gaucho/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://farinhabohn.adv.br/site/wp-content/uploads/2018/12/foto-site.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-2539" src="http://farinhabohn.adv.br/site/wp-content/uploads/2018/12/foto-site-300x174.png" alt="foto site" width="300" height="174" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Funcionários públicos dos poderes Executivo de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul vivem a mesma situação quando se trata de pagamento de salários. As duas esferas amargam parcelamentos há meses. Somente o Estado fechou 36 meses, incluindo o pagamento dos vencimentos de outubro em novembro, o que representa três dos quatro anos do mandato do governador atual com atrasos. Mas no último mês do ano, cada quadro de pessoal tem perspectivas bem distintas sobre o pagamento, pelo menos do mês de novembro. Para ambos os quadros, o depósito do 13º salário ainda é uma incógnita e aponta para uso de empréstimos em bancos e novamente parcelamentos, como ocorreu na prefeitura e no governo referente ao abono natalino de 2017.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Como será o pagamento dos salários da prefeitura</span></h3>
<p style="text-align: justify;">A prefeitura de Porto Alegre paga nesta segunda-feira nova cota dos vencimentos, no valor de R$ 650,00. Com isso, diz a Secretaria Municipal da Fazenda, a quitação chegará a 41% do quadro ou 12.739 matrículas, mais de um terço das 31 mil existentes. A identificação é por matrícula, e não por número de servidores, porque um funcionário público pode ter mais de um contrato de acordo com o concurso que prestou. O valor desta segunda somará R$ 13 milhões e são oriundos de recursos próprios municipais, diz a secretaria. A folha de novembro totaliza R$ 134 milhões. A primeira parcela, no valor de R$ 2.220,00 por servidor foi depositada na sexta-feira (30), atingindo 31% dos servidores ou 9.655 matrículas. O saldo que faltará ser pago após segunda, de R$ 61 milhões, deve ser quitado até 12 de dezembro, projeta a prefeitura.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">Pagamento pelo Estado deve começar dia 12 </span></h3>
<p style="text-align: justify;">Já as 343,9 mil matrículas do governo estadual a data possível de começo do pagamento deve ser 12 de dezembro, repetindo o prazo do mês passado. Apenas na sexta-feira passada, último dia do mês, o governo estadual quitou a folha. Faltavam ainda receber os servidores com vencimento acima de R$ 15 mil que somavam R$ 109 milhões.  O 12 de dezembro é justificado pelos saldos ainda a quitar da folha de outubro. O governo divulgou neste domingo (2) que que pagará as consignações bancárias (empréstimos ou outros descontos autorizados pelo servidor) de outubro no valor de R$ 180 milhões em 10 de dezembro com primeiros ingressos da receita do ICMS. Então, só depois desta data que abre o calendário dos salários de novembro. O atraso nos depósitos dos vencimentos de outubro gerou uma conta extra ao caixa do Estado de R$ 1 milhão, pelas correções monetárias devido ao parcelamento. A folha líquida de outubro somou R$ 1,229 bilhão, informou a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz).</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: www.jonaldocomercio.com</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Prefeitura de Porto Alegre efetuou o pagamento de parcela de até R$ 2,2 mil a servidores no dia 30 de outubro (sexta-feira)</title>
		<link>http://farinhabohn.adv.br/site/noticia/prefeitura-de-porto-alegre-efetuou-o-pagamento-de-parcela-de-ate-r-22-mil-a-servidores-no-dia-30-de-outubro-sexta-feira/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 16:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Farinha Bohn]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Restante da folha deve ser pago até dia 12 de dezembro A prefeitura de Porto Alegre pagou, nesta sexta-feira (30), a primeira parcela dos salários de novembro dos municipários no valor de até R$ 2,2 mil. Os pagamentos somam R$ 60 milhões e vão integralizar os salários de 31% dos servidores. De acordo com a Secretaria Municipal da Fazenda, além de recursos próprios, a prefeitura contou com a devolução de&#160;<a href="http://farinhabohn.adv.br/site/noticia/prefeitura-de-porto-alegre-efetuou-o-pagamento-de-parcela-de-ate-r-22-mil-a-servidores-no-dia-30-de-outubro-sexta-feira/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h6 class="m-supportline" style="text-align: center;"><strong>Restante da folha deve ser pago até dia 12 de dezembro</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">A prefeitura de Porto Alegre pagou, nesta sexta-feira (30), a primeira parcela dos salários de novembro dos municipários no valor de até R$ 2,2 mil. Os pagamentos somam R$ 60 milhões e vão integralizar os salários de 31% dos servidores.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a <strong>Secretaria Municipal da Fazenda</strong>, além de recursos próprios, a prefeitura contou com a devolução de R$ 15 milhões que sobraram no caixa da Câmara Municipal. O restante da folha deve ser pago, de forma parcelada, até 12 de dezembro, conforme houver receita disponível.</p>
<p style="text-align: justify;">Os parcelamentos ocorrem, em 2018, desde julho. Com o ingresso de recursos do IPTU, em dezembro, a prefeitura estima que conseguirá pagar os salários em dia pelos próximos meses. No entanto, o 13º salário será pago em 10 parcelas, ao longo de 2019.</p>
<p>Fonte: www.gauchazh.clicrbs.com.br</p>
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		<title>Governo do Estado paga salários entre R$ 7 mil e R$ 8 mil nesta quarta-feira</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2018 20:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Farinha Bohn]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com os depósitos, 93% dos servidores do Executivo terão recebido seus vencimentos referentes ao mês de outubro. Quem ganha além desses valores pode receber apenas em dezembro O governo do Estado vai quitar, ainda nesta quarta-feira (21), os salários de outubro dos servidores que ganham entre R$ 7 mil e R$ 8 mil. Com os depósitos, que serão feitos entre o fim&#160;<a href="http://farinhabohn.adv.br/site/noticia/governo-do-estado-paga-salarios-entre-r-7-mil-e-r-8-mil-nesta-quarta-feira/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h6 class="m-supportline" style="text-align: center;">Com os depósitos, 93% dos servidores do Executivo terão recebido seus vencimentos referentes ao mês de outubro. Quem ganha além desses valores pode receber apenas em dezembro</h6>
<h6 style="text-align: center;"></h6>
<p style="text-align: justify;">O governo do Estado vai quitar, ainda nesta quarta-feira (21), os <strong>salários de outubro</strong> dos servidores que ganham entre R$ 7 mil e R$ 8 mil. Com os depósitos, que serão feitos entre o fim da tarde e o início da noite, 93% dos <strong>servidores do Executivo</strong> receberão seus vencimentos.</p>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Para quitar essa faixa salarial, o governo utilizou R$ 74 milhões. O restante dos pagamentos de outubro que seguirão pendentes somam mais de R$ 300 milhões.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p style="text-align: justify;">O governo do Estado ainda não tem previsão de quando serão quitadas as <strong>próximas faixas salariais</strong> (de R$ 8 mil a R$ 10 mil; de R$ 10 mil a R$ 15 mil; acima de R$ 15 mil). É possível que os vencimentos desses profissionais seja pago apenas em dezembro.</p>
<div class="article-paragraph">
<p style="text-align: justify;">O próximo ingresso volumoso de recursos nos cofres do Estado ocorre no dia 26, com valores referentes ao ICMS de telecomunicações, energia elétrica e combustíveis. Não há certeza, ainda, entre os técnicos da Fazenda, se os salários de outubro serão quitados até o fim de novembro. Se não for possível cumprir os compromissos até 30 de novembro, o governo terá duas folhas salariais simultaneamente atrasadas — uma vez que, no último dia de cada mês, o Piratini tem a obrigação de quitar os salários do funcionalismo.</p>
</div>
</div>
<div class="article-paragraph">
<div class="article-paragraph">
<h3></h3>
<h3><strong>Pagamento dos salários de outubro</strong></h3>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p style="text-align: justify;">No último dia 13, o governo quitou os salários de R$ 2 mil a R$ 7 mil. No dia anterior, havia pago os salários até R$ 2 mil. Nenhum servidor foi pago em dia no fim de outubro. No dia 9, foi quitada a primeira faixa salarial, de até R$ 1,3 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: www.gauchazh.clicrbs.com.br</p>
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</div>
</div>
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		<title>Como o Estado planeja pagar os salários até o final do ano</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 11:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Farinha Bohn]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o pagamento, nesta terça-feira (13), dos servidores do Executivo que ganham até R$ 7 mil, o Estado quita os salários de outubro de 308 mil matrículas, o que equivale a 90% dos funcionários. Os 10% restantes estão divididos em quatro grupos: de R$ 7 mil a R$ 8 mil, de R$ 8 mil a R$ 10 mil, de R$ 10&#160;<a href="http://farinhabohn.adv.br/site/noticia/como-o-estado-planeja-pagar-os-salarios-ate-o-final-do-ano/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="article-paragraph">
<p style="text-align: justify;">Com o pagamento, nesta terça-feira (13),<a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/rosane-de-oliveira/noticia/2018/11/governo-do-estado-paga-salarios-de-ate-r-7-mil-na-terca-feira-cjoesj21y0daj01picr51ispp.html"><strong> dos servidores do Executivo que ganham até R$ 7 mil, o Estado quita os salários de outubro de 308 mil matrículas</strong></a>, o que equivale a 90% dos funcionários. <span style="text-decoration: underline;">Os 10% restantes estão divididos em quatro grupos: de R$ 7 mil a R$ 8 mil, de R$ 8 mil a R$ 10 mil, de R$ 10 mil a R$ 15 mil e acima desse valor.</span> É provável que os últimos só recebam no dia 26 de novembro. A arrecadação dos últimos dias do mês será destinada ao duodécimo dos outros poderes, que soma R$ 380 milhões.</p>
</div>
<div class="wrapper-paid-content">
<section class="m-paid-content m-paywall boxed-paywall">
<div class="box-paid-content-title">
<p style="text-align: justify;">Os salários de setembro terminaram de ser pagos em 25 de outubro. Como o quadro é semelhante agora, os créditos consignados ficarão para 10 de dezembro, data em que deve ser paga a primeira faixa dos salários de novembro. Para quitar a folha de outubro ainda faltam R$ 382 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo desta segunda-feira, em dois depósitos separados, a Secretaria da Fazenda já havia pago os salários de até R$ 2 mil, o que contemplava 44,5% das matrículas. Para atender aos servidores na faixa salarial entre R$ 2 mil e R$ 7 mil foram necessários R$ 628,8 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">A esperança de entrada de recursos extraordinários está em uma nova renegociação de dívidas tributárias e no pagamento antecipado do IPVA pelos proprietários de veículos. No próximo dia 22, a Secretaria da Fazenda lançará um Refaz extraordinário. Devedores de impostos poderão quitar os débitos com 40% de redução nos juros e desconto de 50% a 100% nas multas. Em caso de parcelamento, a redução dos juros também é de 40%, mas, nas multas, o desconto chega a no máximo 50%.</p>
<p style="text-align: justify;">O pagamento antecipado do IPVA já é tradição. Neste ano, o governo deverá oferecer desconto de 3%, mais cerca de 4,5% referentes à virada da Unidade Padrão Fiscal (UPF) para quem quitar o imposto até o último dia útil de dezembro. Como 31 de dezembro cai numa segunda-feira, e é feriado bancário, a data para pagamento com desconto máximo será até sexta-feira, dia 28. O desconto de bom motorista, que vai de 5% a 15%, e o de bom cidadão, de 1% a 5% para quem informa o CPF na nota fiscal de suas compras, vale para pagamento a qualquer tempo. A quitação do salário de dezembro vai depender do sucesso do Refaz e da antecipação do IPVA.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás<br />
Consolo para os servidores estaduais que estão recebendo os salários com atraso: está garantido o feriadão da Proclamação da República. A sexta-feira foi declarada “ponto facultativo”.</p>
</div>
<p>Fonte: www.gauchazh.clicrbs.com.br</p>
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</section>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Pelo menos 1,5 milhão de servidores estaduais correm o risco de ficar sem 13º Salário</title>
		<link>http://farinhabohn.adv.br/site/noticia/pelo-menos-15-milhao-de-servidores-estaduais-correm-o-risco-de-ficar-sem-13o-salario/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2018 19:25:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Farinha Bohn]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Este será o terceiro ano consecutivo que Estados terão problemas para cumprir o compromisso; RIO GRANDE DO SUL, Minas, Rio e Rio Grande do Norte ainda não têm dinheiro em caixa 04/11/2018 Pelo terceiro ano consecutivo, ao menos 1,5 milhão de servidores estaduais correm o risco de não receber o 13.º salário até o fim do ano. Os governos de Rio Grande do Sul,&#160;<a href="http://farinhabohn.adv.br/site/noticia/pelo-menos-15-milhao-de-servidores-estaduais-correm-o-risco-de-ficar-sem-13o-salario/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 class="n--noticia__subtitle" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este será o terceiro ano consecutivo que Estados terão problemas para cumprir o compromisso; <span style="text-decoration: underline; color: #ff0000;">RIO GRANDE DO SUL</span>, Minas, Rio e Rio Grande do Norte ainda não têm dinheiro em caixa</span></h3>
<div class="n--noticia__state">
<p>04/11/2018</p>
<p><a href="http://farinhabohn.adv.br/site/wp-content/uploads/2018/11/oi.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-2522" src="http://farinhabohn.adv.br/site/wp-content/uploads/2018/11/oi-300x205.png" alt="oi" width="300" height="205" /></a></p>
</div>
<div class="content n--noticia__content">
<p style="text-align: justify;">Pelo terceiro ano consecutivo, ao menos 1,5 milhão de servidores estaduais correm o risco de não receber o 13.º salário até o fim do ano. Os governos de <span style="text-decoration: underline;">Rio Grande do Sul</span>, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte ainda não têm dinheiro em caixa para o pagamento dos funcionários, embora afirmem estar tentando arrumar verbas para cumprir o compromisso.</p>
<p style="text-align: justify;">O Estado procurou todos os governos estaduais e o Distrito Federal para saber se o 13.º salário está garantido neste ano. Do total, 16 responderam e disseram quais estratégias estão usando para contornar a crise. Entre os casos mais graves, estão aqueles que ainda não conseguiram quitar nem o benefício de 2017. <span style="color: #ff0000;"><strong><span style="text-decoration: underline;">O Rio Grande do Sul pagou, no mês passado, a décima parcela (de um total de 12) do 13.º do ano passado e já avisou que não tem dinheiro para o benefício de 2018.</span></strong></span> Até o salário de outubro, que deveria ter entrado no dia 31, ainda não caiu na conta dos servidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Também em situação fiscal delicada, o Rio Grande do Norte ainda não conseguiu pagar o 13.º de 2017 para quem ganha acima de R$ 5 mil. Para quem recebe menos, a remuneração foi paga ao longo do ano até setembro. Sobre o pagamento de 2018, não há nenhuma posição do governo estadual.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Minas, o governo afirma que a questão será discutida entre representantes do governo estadual e dos sindicatos dos servidores públicos do Poder Executivo – a data para a reunião não foi definida até agora. Já faz dois anos e meio, no entanto, que os funcionários do Estado recebem seus salários de forma parcelada todos os meses. Neste ano, os atrasos também passaram a ser mais rotineiros. Em 2017, o 13.º teve de ser parcelado em quatro vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Minas tem hoje uma das maiores folhas de pagamento do País, de R$ 2,1 bilhões. São, ao todo, 609 mil funcionários, dos quais 42% são aposentados.</p>
<h3 class="intertitulo" style="text-align: justify;"></h3>
<p>Fonte:<a href="https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,pelo-menos-1-5-milhao-de-servidores-estaduais-corre-o-risco-de-ficar-sem-13,70002585464" target="_blank"> economia.estadao.com.br</a></p>
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<p>&nbsp;</p>
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</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Governo do RS prevê começar a pagar salários de outubro apenas em 12 de novembro</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2018 11:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Farinha Bohn]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é a primeira vez, desde que começaram os atrasos, que nenhum servidor do Executivo receberá no último dia útil do mês 31/10/2018 O governo do Estado anunciou, no final da manhã desta quarta-feira (31), que prevê iniciar o pagamento dos salários de outubro do funcionalismo apenas no dia 12 de novembro – confirmando o pior cenário de quitação salarial desde&#160;<a href="http://farinhabohn.adv.br/site/noticia/governo-do-rs-preve-comecar-a-pagar-salarios-de-outubro-apenas-em-12-de-novembro/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 class="m-supportline" style="text-align: center;">Esta é a primeira vez, desde que começaram os atrasos, que nenhum servidor do Executivo receberá no último dia útil do mês</h3>
<p>31/10/2018</p>
<p style="text-align: justify;">O governo do Estado anunciou, no final da manhã desta quarta-feira (31), que prevê iniciar o pagamento dos salários de outubro do funcionalismo apenas no dia 12 de novembro – confirmando o pior cenário de quitação salarial desde o início da gestão Sartori. Esta é a primeira vez, desde que começaram os atrasos, que nenhum servidor do Executivo receberá no último dia útil do mês.</p>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Na nota divulgada nesta quarta, o Piratini admite que ainda não terminou de quitar a folha de setembro, uma vez que R$ 180 milhões de consignações de <a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/ultimas-noticias/tag/funcionalismo/"><strong>servidores </strong></a>seguem em aberto. A Secretaria da Fazenda (Sefaz) prevê quitar esse débito no dia 9 de novembro, com ingresso dos primeiros recursos de ICMS do mês.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Com a entrada seguinte de recursos do imposto, no dia 12, o governo planeja pagar a primeira faixa salarial de outubro - o valor ainda não foi definido. Sem previsão de ingresso de recursos até o dia 9, a Sefaz buscará antecipar os prazos anunciados por meio de recursos de outros poderes que estejam disponíveis em caixa.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Os únicos depósitos feitos na manhã desta quarta-feira pelo governo foram relativos à 10ª parcela do 13º salário de 2017, com custo de R$ 110 milhões, e às indenizações pelo atraso da folha do mês de setembro, com custo de R$ 1 milhão.</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>— Estamos sofrendo um boicote desse governo, no apagar das luzes. O número de servidores estaduais é mais ou menos o número de votos que faltaram para o governador se reeleger. (<em>Desconfiamos de</em>) uma retaliação política. Há uma questão de gestão, de escolha de onde botar o dinheiro que tem — avaliou Márcia Elisa Trindade, secretária-geral da Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado (Fessergs).</p>
</div>
<div class="article-paragraph" style="text-align: justify;">
<p>Em uma segunda nota, divulgada no fim da tarde desta quarta-feira, o governo do Estado afirma que "a realidade das finanças públicas sempre foi tratada com a máxima transparência" e que "qualquer cidadão pode acompanhar o quanto se arrecada e para onde o dinheiro é destinado".</p>
<p><strong>Histórico</strong></p>
<div class="article-paragraph">
<p>Novembro será o 35º mês de pagamentos atrasados na gestão de<a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/ultimas-noticias/tag/jose-ivo-sartori/"><strong> </strong></a>José Ivo Sartori. Em 2015, foram dois meses com salários parcelados; em 2016, 11 meses (de fevereiro a dezembro); e, em 2017, houve atrasos em todos os meses, o que se repete desde janeiro deste ano.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Em setembro do ano passado, o governo do Estado mudou a forma de efetuar os parcelamentos. Até então, o Piratini pagava parcelas iguais para todos os servidores, conforme havia recursos. Desde setembro de 2017, diante dos recursos em caixa, o governo faz um escalonamento dos pagamentos: primeiro, deposita a integralidade dos vencimentos mais baixos e, à medida que ingressam recursos, a totalidade dos mais altos.</p>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">Fonte: www.gauchazh.clicrbs.com.br</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/farinhabohnadvocacia/">Acompanhe através de nossa Fanpage</a></p>
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